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Aguardente de Cana Madeirense J.Faria & Filhos-AGUARDENTE

Aguardente de Cana Madeirense J.Faria & Filhos

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A Aguardente de Cana Madeirense é obtida a partir da fermentação do sumo da cana de açúcar proveniente da Região Autónoma da Madeira. A cana-de-açúcar foi introduzida na Madeira em 1425 pelo Infante D. Henrique, importada de Sicília e é uma espécie agrícola com maior relevância na história da Madeira, que originou a ‘Era do Ouro Branco’ pois no século XV a ilha foi um grande fornecedor de açúcar e actualmente é ainda utilizada para a «Poncha da Madeira», e até mesmo para o mel de cana para confeccionar os famosos «Bolos de Mel».

A ilha da Madeira é conhecida, nomeadamente, pelas terras do vinho, que remontam quase à época da descoberta da ilha, em 1419, pelos licores, o famoso rum ou aguardente de cana sacarina, testemunhado no património documental madeirense já desde o século XVI, mas o que realmente se destaca cada vez mais é a «Poncha».

A «Poncha da Madeira» é considerada uma bebida tradicional da Região Autónoma da Madeira, é produzida obrigatoriamente com uma bebida alcoólica denominada por «Rum da Madeira». Este «Rum» é feito a partir da melhor seleção de canas de açúcar e destilado cuidadosamente, e produzido pela Companhia dos Engenhos do Norte, na vila do Porto da Cruz, que data a princípio do século XX., que se destaca pela, também pelas medalhas de privilégios, incluindo o International Spirits Challenge 2018, International Wine & Spirit Competition 2018, International Rum Conference, Madrid.

A cana-de-açúcar foi introduzida na Madeira em 1425 pelo Infante D. Henrique, importada de Sicília e é uma espécie agrícola com maior relevância na história da Madeira, que originou a ‘Era do Ouro Branco’ pois no século XV a ilha foi um grande fornecedor de açúcar e atualmente é ainda utilizada para a «Poncha da Madeira», e até mesmo para o mel de cana para confecionar os famosos «Bolos de Mel».

Para além do engenho do Porto da Cruz, em toda a ilha houve presença vários pequenos engenhos, tal como no concelho de Santana, apenas, em São Jorge, no Arco e no Faial, no Arco da Calheta, no sítio da Serra de Água surgiu, em 1857, em Câmara de Lobos, no ano de 1855, entre outros vários, de que hoje em dia, não restam vestígios.

O primeiro engenho que existiu na Madeira acredita-se que foi o de Diogo Vaz de Teive, construído em 1452,, na Ribeira Brava, movido com água da Ribeira.

 Em 1883, nasce o engenho do Ribeiro Seco ‘Aluísio César Bettencourt’, que atualmente está em funcionamento, e na vila da Calheta, fundado nos finais do século XIX e inícios do século XX, período de grande desenvolvimento industrial, datado por volta de 1901, onde na época a sua laboração dependia de um sistema movido a água, mas atualmente trabalha através da força do vapor e da água.  

Mas era no Funchal que se concentrava o grupo mais importante de engenhos para fabrico de açúcar e aguardente, nomeadamente, em torno da ribeira de Santa Luzia fundado por William Hinton em 1845. Também o produtor J.Faria & Filhos é um produtor desta exemplar aguardente de cana.

OB0007

Ficha de Produto

Volume
1000ml
Região
Madeira
Produtor
J.Faria & Filhos, Lda.
País
Portugal
Teor Alcoólico
40%
Ano
NV

Referências Específicas

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